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Indigno é sumir desse jeito.

Vou contar, faz tempo que eu quero vir aqui e postar algo só pra dizer que o blog não morreu. Eu não sei o que aconteceu. Acho que a equipe entrou num ócio do caralho e todo mundo resolveu ficar deixando post pro dia seguinte e no fim ninguém nunca mais postou nada. Até agora.

Bom, já faz um mês que o Twitter tá cheio de gente praticamente fazendo contagem regressiva para hoje, que, para os desinformados, é Dia dos Namorados. Ou seja, dia de cinemas lotados, povo distribuindo flores nos semáforos, rádios tocando música de fossa, TV passando filminho água com açúcar com o Richard Gere…

Pois é, muita gente comemorando e mais gente ainda na fossa.

Separei aqui um vídeo que a minha querida @MarcyFTW postou ontem no Plurk. Esse vai especial pra quem olha pro lado na cama e não entende como não consegue coisa melhor  que aquele cara roncando feito boi ou pra quem vai se afundar no pote do sorvete por estar sozinho. Sempre tem alguém pior que você.

Olha, eu vou passar o Dia dos Namorados solteira e não vejo problema nisso nem vou entrar na fossa por causa de algo tão bobo assim. Acho que as pessoas solteiras deviam aproveitar hoje pra dizer um “eu te amo” beeeem meigo para a pessoa que mais amam na vida, seja um irmão, um amigo ou o cara da pastelaria da esquina. Eu já fiz isso hoje e garanto que a sensação é ótima. ‘Bora aproveitar o clima e fazer alguém sorrir um pouco, que tal?

Onofre, Palmirinha Onofre

Olha, a ideia pro post é antiga, mas alguns acontecimentos me impediram de escrever. E esse blog tá meio parado também, então, resolvi postar duplamente. Sim, post duplo hoje.

Enfim, apresento-lhes – ou não, se você já conhece – Palmirinha Onofre.

Palmira Nery da Silva Onofre, mais conhecida como Palmirinha, é uma cozinheira inata – seu destino e talento sempre esteve na cozinha. Aprendeu a cozinhar desde a infância, com a mãe. Palmirinha a assistia cozinhar e sempre que podia ajudava no preparo das refeições.

Nascida em Bauru – sim, cidade da @Nucleosity -, Palmirinha foi criada pela família até os 6-7 anos, imprecisão porque não dá pra confiar muito na memória depois de um tempo do vivido, pois foi “adotada” como dama de companhia por uma francesa, que ensinou a Palmirinha guloseimas francesas que hoje ela ainda prepara.

Palmirinha, como todos sabem, apresenta um programa na Rede Gazeta. Nele, Palmirinha comete, entre uma receita e um merchan básico, alguns – alguns? – deslizes engraçados. Conversas claríssimas no ponto com a diretora, erros concordanciais, conversas ininteligíveis com o Iguinho – o ajudante (de memória) de Palmirinha, e por assim vai. Creio que esses erros e essa fofura em pessoa que é Palmirinha dão o charme especial ao programa culinário, que seria chato e normal como os outros sem ela.

Enfim, aqui um dos erros mais engraçados dela virou febre depois do Top Five do CQC, olha aí.

Cadê a faca, Palmirinha?

E está aqui também a entrevista motivadora deste post. Convidada por Jô Soares, ela fala da vida sofrida que levou até chegar onde hoje está, dos maltratos do marido, da luta para criar as filhas, enfim, da vida.

A entrevista está dividida em quatro partes, que se encontram ao lado – do vídeo do Youtube, errr.

Alter Bridge

Eu estava há semanas ensaiando pra fazer um post sobre uma das minhas bandas preferidas: Kane, mas eis que hoje, minha pauteira/colega de apê/parça de peregrinações homéricas pelas ruas de Londrina/criança do meu coração me lança um olhar que seria capaz de coalhar o leite dentro de uma vaca e diz “vai postar, Laís. Posta sobre o Alter Bridge”. Então, cá estou eu, dando a vocês, pessoas de nível que frequentam este blog, a oportunidade de conhecer uma das melhores bandas dos últimos tempos, até que ME provem o contrário.

A banda se formou em 2004 a partir da separação do Creed (sim, aquele grupo cujo vocalista parecia cantar com uma batata quente na boca). Mark Tremonti, o guitarrista de ambas as bandas, Scott Phillips, o baterista, e Brian Marshall, que havia deixado o Creed devido a sérios desentendimentos com Scott Stapp, o vocalista da batata quente, juntaram-se para a criação de um projeto que, depois da entrada de Myles Kennedy, daria origem ao Alter Bridge.

O primeiro CD, “One Day Remains”, foi lançado em 2004 e, apesar de conter alguns elementos do já falecido Creed, se diferenciou principalmente devido à liberdade de criação dada a Tremonti e a potente voz de Myles que, vale ressaltar, não sofre de problemas fonoaudiológicos. Seguiu-se, então, em 2007, o lançamento de “Blackbird”, álbum que delineou ainda mais o estilo da banda.

Em 2009, foi lançado o DVD “Live From Amsterdam”, que conta com 18 músicas, entre as quais merecem destaque ”Come to Life”, “Before tomorrow comes”, “Open your eyes”, “In loving memory”, “Broken Wings” e “Watch over you”, que certamente ganhará um vídeo em sua honra logo abaixo, primeiro: por ser a música que me fez querer conhecer mais profundamente o trabalho dos caras, segundo: porque eu posso escutá-la infinitas vezes sem me entediar e terceiro: porque você, querido leitor, foi o nosso visitante 999.999.999 e ganhou a chance de deleitar seus ouvidos com essa música “sensacional” (como diria o “Dyoshiy”).

Pra este ano de 2010 é esperado (ansiosamente por mim) o lançamento do terceiro álbum gravado em estúdio e temporariamente intitulado “Alter Bridge III”.Pra quem chegou até o final do post e quiser conhecer (e eu espero que queiram) um pouco do som da banda, ficam aí os vídeos:

Abaixo, a “música de casa de repouso” da Tia Silly

2012 está em 2010?

O que vai acontecer

O que vai acontecer - ou não.

A “onda” do momento é acreditar no fim do mundo – essa “crença” tem se espalhado como Tsunami. Acreditar que em 2012 tudo estará acabado e bye-bye mundinho virou modismo. Vários cientistas, religiosos e opinadores sem formação (sua tia ignorante, seu amigo pseudointeligente e e seu ficante ocasional) defendem a profecia dos maias – que nos leva 3000 anos atrás. Na profecia dessa civilização pré-colombiana – famosa por sua matemática apurada -, em 2012 estaria o Juízo Final, o Armagedon e tudo que sinonime com Fim dos Tempos. Alguns fatos recentes me fizeram pensar na veracidade dessa profecia e julgar que talvez estejamos próximos do “fim”. Talvez.

O vulcão islandês situado na geleira Eyjafjallajokulle cospe loucamente o fogo que brota de baixo. Terremoto na China abala as estruturas de uma das maiores economias emergentes. Enchente transforma Rio de Janeiro num mar de destruição. E na nossa pequena Londres, estudantes cruelmente mortos a troco de nada. Está mesmo o fim do mundo batendo à porta do nossa humanidade?

Eu, do baixo de minha ignorância, espero e acredito que não. A chance e possibilidade de vida nos foi dada, outrora brigaram por sobrevivência. Não podemos sumir assim por um simples alinhamento dos planetas, não seria justo – se bem que a vida não é justa, por assim dizer. Sabe-se que não há hoje registros do que de fato aconteceu quando os planetas se alinharam no passado, mas parece um pouco simplista e terroristamente hollywoodiano pensar em fim do mundo em 2012 – o que vem gerando, desde já, um aumento da produção de filmes que tratem desse assunto.

E a passagem do milênio? Milhões de pessoas pensaram que não iriam sobreviver à passagem do 1999 ao nosso querido 2000. Não é quase a mesma coisa do que acontece agora? Muitas outras culturas também acreditavam no término de tudo o que se conhece nessa passagem de milênio.

Eu quero que o mundo não acabe. Em 2012 tenho muita coisa pra fazer, com licença. Estarei no meu terceiro ano de Jornalismo e o quero curtir – como o @meteleza tá fazendo com o quarto ano dele. Espero que tenhamos muita vida pela frente, temos que terminar de destruir a Floresta Amazônica e esquentar tanto o planeta para assarmos pão de queijo debaixo da cama. Seria bom que, após sobrevivermos a 2012, a humanidade adquira por completo a consciência do mal que fazemos ao planeta e  tome medidas práticas com relação ao cuidado do meio ambiente, blog de Cocô no banho não adianta em nada.

Quem quiser saber mais de como o mundo catastroficamente pode acabar, clique aqui.

“Deu o que falar”

Parece incrível como as coisas nunca podem acontecer calmamente. E talvez seja exatamente isso que dá o toque especial a tudo.

Eu, particularmente, adoro eventos inusitados, principalmente aqueles que deixam todo mundo com cara de “what the fuck?”. E foi bem com essa cara que se podia observar sendo repetidas diversas vezes entre os presentes na palestra da Marina Silva na UEL, na última sexta-feira.

Deu em todos os lugares que a senadora Marina Silva estaria no auditório do CESA, na UEL, na sexta-feira (30/04) para sua palestra que tinha como tema “Desafios da educação para a transformação social”.

Durante aproximadamente uma hora de palestra, tudo correu absurdamente normal, mas foi só abrir espaço para perguntas, que algo inusitado tinha que acontecer.

Nós, do @papodequintal, gravamos o ocorrido para vocês, porque eu acho que isso é um daqueles áudios que todo mundo devia ouvir, porque acreditar que Marina Silva foi chamada de marxista e panteísta, bem… Só ouvindo mesmo. Me culpo muito por não ter filmado isso. Juro.

O áudio é meio longo, mas vale a pena ouvir tanto a pergunta quanto a resposta. E ainda leva de brinde a reação dos presentes na palestra a cada coisa dita e alguns comentários que a gente não podia deixar passar. Quem não foi, realmente perdeu um espetáculo.

Pois é. Cada um que tire suas próprias conclusões, mas que eu ri… Ah, como ri. E juro que tentei evitar, mas foi mais forte do que eu. Pelo menos não fui a única.

Se tem uma coisa que faz das minhas horas vagas algo extremamente delicioso, e que eu acredito que seja assim para uma porrada de mulheres – e homens também, por que não? – por aí, essa coisa é: futilidade. E no meu caso, especificamente, esmaltes.

Acho que já me disseram bem umas trocentas vezes que eu falo demais sobre esmaltes. Pois é, eu falo mesmo, e só para não perder o costume, preparei esse post sobre nada mais, nada menos do que esmaltes.

O costume de pintar as unhas é bem antigo, já presente na civilização egípcia milênios atrás, onde as unhas eram pintadas de henna preta. Desde então, esse hábito veio mudando de sociedade em sociedade, e já teve várias conotações diferentes, representando nobreza, glamour, moda, estilo – e em certos casos até a ausência do mesmo, né?

Mas o que interessa é que hoje em dia a variedade de esmaltes criados é algo que beira o absurdo. E tem mesmo para todos os gostos, estilos e pro bolso de cada um. Até nós, estudantes, conhecida raça pobre, falida e em constante desespero da sociedade, temos uma gama variada de marcas com preços muito acessíveis e de boa qualidade para tornar nossos dias mais felizes, coloridos e bonitos.

Acho que todo mundo percebeu – porque, de fato, dava pra ver de longe – que a grande tendência dessa temporada de verão era esmalte fluorescente.  Vira e mexe, você andando pela cidade, no campus, no mercado, na feira, no banheiro público,… Enfim, em qualquer lugar, era certo encontrar alguém com as unhas pintadas de rosa choque, amarelo marca-texto, roxo drag queen ou o que quer que seja.

Felizmente ou infelizmente, aí vai do cu de cada um, essa tendência um tanto quanto enjoativa está com os dias contados.

Andei dando uma rodada por uns blogs de moda e ao que parece eles já apostam no que vai virar tendência no Inverno 2010. Entre os mais cotados estão os esmaltes de cores cinza e azul, sejam eles cremosos, metálicos ou foscos – que também prometem virar sensação, e tons escuros.

Acho que todo mundo já esperava que o Inverno fosse trazer esse tom mais sóbrio para as unhas, já que o excesso de cores do verão já deu o que tinha que dar, mas algo que eu achei simplesmente genial, além dos tais esmaltes foscos, que são lindos (aliás, não posso esquecer de comprar pelo menos alguns no mês que vem), são os esmaltes metálicos, como o Starlet, da Impala, que por sinal estava entre os mais cotados em algumas listas por aí.

Unhas prateadas são ma-ra-vi-lho-sas.

Já testei esse esmalte e achei lindo de morrer. Sério! Talvez seja por causa desse meu desejo alucinado pelo Kaleidoscope, da Chanel. Sabem aquele esmalte metálico de brilho puxado pro dourado com uma aura prateada linda? Então, o Starlet deixa as unhas prateadas e super fodas.

Foto: Vogue

Li esses dias um artigo em algum blog por aí que indicava aplicar Dourado Metálico da Colorama com uma camada fina de Starlet e o resultado ficava parecido com o tal esmalte da Chanel. Achei bem útil já que, convenhamos, não é todo mundo que tem verba pra comprar esmalte em dólar por aí.

  1. É o dia seguinte ao domingo, que é conhecido universalmente como o dia mais depressivo de todos.
  2. Não importa o quanto você se programe, sempre acordará atrasado.
  3. Invariavelmente acordará mal-humorado.
    • Caso, por algum milagre, acorde disposto e bem humorado, algo acontecerá para arruinar seu dia como, por exemplo, a morte de seu animal de estimação. Ou a de sua mãe. Ou a dos dois. Juntos.
  4. Algum estúpido aleatório na sua escola/faculdade/trabalho vai gritar “BOM DIA, GENTE! COMO FORAM DE FINAL DE SEMANA?” ou sua variação mais bizarra, “FINDI?”, todo sorridente e radiante, coisa que te dará vontade de enfiar pregos quentes e enferrujados nos olhos de tal abominável criatura.
    • Se o sujeito continuar a supracitada frase com “Espero que bem, porque eu me diverti horrores!”, a vontade de torturá-lo por dias a fio até que morra substituirá a antiga. Agora, se ele arrematar com “Muito bem, agora vamos nos esforçar!”, só restarão duais saídas: a) se matar ou b) matá-lo. Você não pode conviver com alguém assim. Ninguém pode.
  5. A segunda feira fará você lembrar o quanto sua vida é patética e o fará invejar os filhos de milionários e aposentados, para quem os dias são todos iguais por causa da falta de preocupação.

____

O item 4 é totalmente verídico. Aconteceu no meu cursinho.

Como assim?

Tipo... Como assim?

Tipo... Como assim?

Estava eu procurando como se escrevia cocô – cocô, de fezes mesmo – para colocar num comentário que pode ser visualizado no post de baixo. Aí procurei como se escrevia – eu sempre tive dificuldade em escrever corretamente coco e cocô, sempre acabava confundido os dois. Achei e confirmei que o cocô que eu queria escrever era com o circunflexo no último o. Aí fui ver o primeiro assunto que o Google listava sobre cocô. Eis isso aqui.

Eu não me contive de tanto riso. Até agora, enquanto escrevo, estou dando sorrisos bobos. Enfim, eu não entendi muito bem o objetivo desse blog. Ele diz:

Faça cocô no banho:

Dispensa o uso do papel higiênico.
- Em média, os brasileiros usam 2,4m de papel higiênico cada vez que fazem cocô no vaso (sem contar aquelas vezes que você termina de se limpar e logo vem mais um pouquinho, tendo que limpar tudo de novo).
- A quantidade de papel higiênico que você poupa durante um ano é equivalente a 1 árvore.

Por isso, faça cocô no banho e poupe uma árvore.

Abrace esta causa. Utilize as redes sociais para divulgar esta campanha entre seus amigos e familiares!

O planeta Terra agradece.

Aí você se pergunta: Onde é pra fazer cocô? No banho? Como assim… Onde a gente toma banho, onde fica o chuveiro e onde a gente pisa? Então, cheguei a conclusão de que é lá mesmo. Provavelmente é isso que pretendiam. E eu ainda continuo pensando: Como assim?

Enfim, até agora não consegui descobrir se o objetivo do site é sério e eles tem mesmo esse cunho ecológico ou estão de brincadeira com a minha cara. Já vi coisa parecida – que foi até notícia do Fantástico -, mas falava de xixi. Faça xixi no banho. Acho muito mais lógico fazer xixi no banho do que cocô, não? A urina é líquida e solúvel, já sobre o cocô não se pode afirmar o mesmo – a não ser que a pessoa tenha algum problema intestinal.

Lei da Tortura

Rio Grande do Sul

Aprovada lei que permite tortura e sacrifício de animais em rituais religiosos

19 de abril de 2010

Protetoras dos Animais Maltratados e Aba
pamavl@hotmail.com

O Deputado Edson Portilho, do Rio Grande do Sul, teve a desventura de criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos.

O parlamentar, sabendo que os protetores dos animais se manifestariam, fez a seguinte trama: marcou a apresentação para votação da lei num dia de julho, mas fez um chamado urgente e marcou a reunião às pressas, mais cedo. Os únicos avisados foram os demais deputados. Ou seja: não havia defesa.

[...]

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Procurando algo interessante para postar aqui, me deparo com essa notícia publicada na Agência de Notícias de Direitos Animais sobre um projeto de lei do Rio Grande do Sul que permite as práticas de tortura e sacrifício de animais para rituais religiosos.

Sobre isso, demonstro minha mais pura indignação. Me espanta a hipocrisia das pessoas em defender a democracia, os direitos, a liberdade e só se focar, dessa forma tão primitiva, em objetivos pessoais.

Eu não sou adepta de nenhuma religião. Eu não gosto dos ideais de nenhuma religião e já fui, assim como a maioria dos ateus, julgada por isso. As pessoas se vêem no direito crucificar quem quer que seja se seus ideais não condizem com os escritos no tal “livro sagrado”. Essas pessoas estão cegas.

E deixo claro aqui que não tenho nada contra religiosos em geral, mas tenho sim um problema sério com esse tipo de prática incoerente e com o julgamento sem razões.

É de vida que estamos tratando aqui. De vidas que são tiradas para que fosse possível a prática de um ritual devasso e cruel. Desumano.

Se o homem se diz tão diferente dos demais animais, tão civilizado, tão inteligente, me parece absurdo que ainda necessite de derramamento de sangue não só para alimentação, mas também para a prática de ditos rituais sem respeito algum à vida.

Já defendia Vilém Flusser a utilização da comunicação humana como fuga da solidão e do medo da morte que nos aguarda. Um conceito tão simples esse do medo, seja ele da morte, do fim, do incerto.

A meu ver, o que move a busca do ser humano por uma religião é justamente essa necessidade de saber o que nos aguarda, pois todos nós tememos a morte. O homem usa de atributos e mais atributos somente para camuflar esse medo e criar o conceito de vida. A religião seria nesse contexto um símbolo de que existe essa necessidade do saber, uma prova de que existe vida a ser vivida.

Vendo uma notícia como essa que ilustra o post, acredito ser cada vez mais difícil viver em uma sociedade onde até mesmo um símbolo de vida defende o conceito tão primitivo da matança.

Que tal quebrar umas taças?

Você já ouviu falar em Georgia Brown?
Eu sei que isso não é algo novo, mas quando o @nan_sama me mostrou isso há algumas semanas, eu fiquei completamente impressionada. Não pela minha capacidade de nunca saber de porra nenhuma, mas porque quando ele e a @LaisEscota disseram que ela “apitava como uma chaleira”, eu não imaginei que essa comparação seria tão perfeita quanto, de fato, é.

Georgia Brown é o nome artístico de Rossana Monti, cantora ítalo-brasileira querendo pagar de norte-americana nascida em Nápoles em 29 de junho de 1980, que se tornou famosa por ostentar não um, mas DOIS recordes registrados no Guinness World Records em 2006 e que provavelmente vão continuar sendo dela para sempre.

A moça tem o recorde de maior extensão vocal, com alcance de 8 oitavas inteiras ( do Sol 2 ao Sol 10). Para se ter uma idéia, a nota mais alta do piano é o Dó 8, ou seja, PUTA QUE PARIU pra Georgia e essa voz dela, cujas notas mais altas não são alcançadas por nenhum instrumento musical.

O outro recorde é o de nota mais alta já alcançada, que nem pode ser captada sem a utilização de aparelhos próprios.

Separei esse vídeo da Georgia cantando uma das músicas de seu terceiro full album, o “The Renascence of Soul”. A música se chama Mermaid e é a introdução ao resto das músicas e a única música existente a ser cantada inteiramente em whistle, que é o registro vocal mais agudo que existe. Literalmente, uma música apitada.

Eu cheguei a pesquisar algum vídeo do recordista de nota mais grave do mundo, chamado Tim Storms, mas ao que parece, a nota é grave demais para ser captada pelo ouvido humano e o vídeo era bem sem graça. Não sei quanto a vocês, mas eu não achei legal colocar aqui um vídeo de um cara de boca aberta em um silêncio infernal. Para quem tiver interesse no assunto, a nota mais grave do cara é uma vibração emitida a 8 Hz, sendo que o ouvido humano capta de 15 Hz a 20,000 Hz.

Enfim, voltando à Georgia, eu assisti a esse vídeo aí de cima umas trocentas vezes e ainda não consegui decidir quem é mais “gracinha”, se ela apitando loucamente ou a Hebe com cara de assustada.

Aliás, quem será o ser humano genial responsável por aquela cagada que é o layout do Myspace dela? Sério, fiquei inconformada com aquilo.

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